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  • Câmeras flagram invasão a paróquia em Fortaleza; missas on-line são suspensas sem prazo

    Câmeras flagram invasão a paróquia em Fortaleza; missas on-line são suspensas sem prazo

    A Paróquia de São Raimundo Nonato, no bairro Rodolfo Teófilo, em Fortaleza, suspendeu por tempo indeterminado a transmissão das missas após uma invasão com furto registrada na madrugada de sexta-feira (10). Imagens de câmeras de segurança mostram o suspeito entrando no templo por volta de 2h30, recolhendo equipamentos eletrônicos, entre eles uma TV pequena e um notebook utilizado nas transmissões, além de arrombar gavetas e revirar cômodos em busca de objetos de valor. No domingo (12), a paróquia comunicou o cancelamento das missas on-line, sem previsão de retomada, e informou que a pastoral da comunicação busca alternativas para restabelecer o serviço. As celebrações presenciais continuam normalmente. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) informou que o caso é investigado pela Polícia Civil, por meio da 10ª Delegacia de Polícia Civil. Até o momento, ninguém foi preso.

    Fonte: G1

    Source: G1

  • Mulher de 67 anos é morta a facadas em Maracanaú; companheiro é preso e crime é o sexto em 7 dias no Ceará

    Mulher de 67 anos é morta a facadas em Maracanaú; companheiro é preso e crime é o sexto em 7 dias no Ceará

    Maria das Graças, de 67 anos, foi morta a facadas no sábado (11) em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza. Segundo a família, o companheiro dela, de 29 anos, é o principal suspeito. Ele foi preso em flagrante na manhã de domingo (12), na mesma cidade, e não teve a identidade divulgada. O crime ocorreu no bairro Luzardo Viana, onde a vítima morava. Até o momento, não foram informados detalhes sobre a dinâmica do caso. Nas redes sociais, familiares lamentaram o assassinato e pediram justiça. “Você foi arrancada de nós de uma forma cruel e covarde. Nunca fez mal a ninguém, mas, infelizmente, teve sua vida tirada de maneira brutal”, escreveu a neta. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS), o suspeito foi conduzido ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e autuado em flagrante por feminicídio. Conforme levantamento do g1, Maria das Graças foi a sexta mulher morta no Ceará em um período de sete dias, entre os sábados 4 e 11 de julho.

    Fonte: G1 Globo

    Source: G1 Globo

  • Vídeo flagra criança em motocicleta sem capacete no Eusébio; moto circula pelo acostamento

    Vídeo flagra criança em motocicleta sem capacete no Eusébio; moto circula pelo acostamento

    Um motorista registrou, na tarde de sábado (11), no município do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, uma motocicleta transportando uma criança em condições arriscadas. As imagens mostram dois adultos sem capacete; a menina apoia o tronco no colo da passageira e mantém as pernas soltas, enquanto o veículo trafega pelo acostamento.
    A Prefeitura de Eusébio informou que a Autarquia Municipal de Trânsito (AMT) tomou conhecimento do caso por meio da imprensa. Segundo a administração municipal, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) permite o transporte de crianças como passageiras em motocicletas apenas a partir dos 10 anos, com o cumprimento das demais exigências legais. A legislação também determina que a motocicleta leve, simultaneamente, apenas o condutor e um passageiro e torna obrigatório o uso de capacete por ambos. Além disso, é proibida a ultrapassagem pelo acostamento.
    De acordo com a Prefeitura, a AMT realiza de forma contínua ações de educação para o trânsito, como blitz educativas, palestras em escolas e empresas e outras atividades de conscientização. O município reforça que a construção de um trânsito mais seguro é uma responsabilidade compartilhada e depende do respeito de cada cidadão às normas, contribuindo para a preservação de vidas.

    Fonte: G1

    Source: G1

  • Sarapatel de carneiro: aprenda a fazer o prato de origem portuguesa e forte presença na culinária nordestina

    Sarapatel de carneiro: aprenda a fazer o prato de origem portuguesa e forte presença na culinária nordestina

    Receita de sarapatel de Carneiro

    O sarapatel de carneiro, prato tradicional com origem na gastronomia portuguesa e forte presença na culinária nordestina, foi o destaque da receita do programa Nordeste Rural deste domingo (12). Assista a reportagem no vídeo acima e confira a receita abaixo.

    Conhecido pelo sabor intenso e marcante, o sarapatel de carneiro é um dos mais pedidos no restaurante de Tércio, onde também ganha protagonismo ao lado de outras comidas regionais, como buchada, sarrabulho e carneiro assado.

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    No restaurante de Tércio, o prato pode ser pedido tanto no almoço quanto como tira-gosto, especialmente nos fins de semana.

    Na hora de servir, o chef João aposta na louça de barro, que ajuda a manter o sarapatel quente por mais tempo. Finalizado com cheiro-verde, o prato costuma ser acompanhado de cuscuz e até refrigerante de caju, combinação que reforça a identidade nordestina da receita.

    Confira abaixo como preparar o prato:

    Rende 5 porções fartas:

    Sarapatel de carneiro é prato tradicional na culinária nordestina. — Foto: Reprodução/ TV Verdes Mares.

    Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

    Source: G1 Globo

  • Suspeita de furto rompe tubulação e causa vazamento de gás na 13 de Maio, em Fortaleza; sem feridos e via bloqueada

    Suspeita de furto rompe tubulação e causa vazamento de gás na 13 de Maio, em Fortaleza; sem feridos e via bloqueada

    Um vazamento de gás natural foi registrado na manhã deste sábado (11) após o rompimento de uma tubulação na Avenida 13 de Maio, no bairro Benfica, em Fortaleza. Segundo a Companhia de Gás do Ceará (Cegás), o dano é compatível com uma possível tentativa de furto de equipamento no Conjunto de Regulagem e Medição. Não houve vítimas.

    A ocorrência foi em um restaurante próximo ao Shopping Benfica, por volta das 6h55. O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará isolou a área, e um dos sentidos da Avenida 13 de Maio foi bloqueado temporariamente.

    De acordo com a corporação, o vazamento foi identificado na cabine onde fica a chave de registro da rede de gás, com ruptura em um ponto anterior ao registro interno, o que impediu os bombeiros de conterem o problema. A Cegás foi acionada, enviou equipe técnica de emergência, interrompeu o fornecimento e encerrou o vazamento. O atendimento emergencial foi concluído às 7h35.

    Em nota, a Cegás informou que não houve registro de incêndio nem necessidade de evacuação, e que o fornecimento aos demais clientes da região não foi interrompido. A companhia afirmou ainda que adota as providências cabíveis e colabora com as autoridades para a apuração dos fatos.

    O Corpo de Bombeiros reforçou orientações para situações de suspeita de vazamento de gás.

    Fonte: G1 Globo

    Source: G1 Globo

  • Com apenas um macarrão instantâneo para comer, caseiro e família são resgatados após cerca de 18 anos sem carteira no Ceará

    Com apenas um macarrão instantâneo para comer, caseiro e família são resgatados após cerca de 18 anos sem carteira no Ceará

    Equipes da Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT) resgataram de situação análoga à escravidão um caseiro e sua família em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. A operação ocorreu um dia antes da ação que localizou, em Eusébio, uma trabalhadora doméstica que passou 55 anos sem receber salário. No momento do resgate, a família do caseiro tinha apenas um macarrão instantâneo para comer, e as autoridades classificaram a situação como de “insegurança alimentar extrema”.

    Segundo a AFT, o trabalhador exercia a função de caseiro havia cerca de 18 anos, morando na propriedade com a esposa e os filhos, sem registro formal do vínculo e sem acesso a direitos trabalhistas básicos. Os nomes do trabalhador e do empregador não foram divulgados. O empregador firmou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), reconhecendo irregularidades e comprometendo-se a regularizar as pendências. O caseiro e a família foram retirados do local e instalados em um imóvel alugado.

    O trabalhador declarou residir e prestar serviços na propriedade desde setembro de 2008, versão confirmada por testemunhas. Diante da ausência de documentos do vínculo, a AFT adotou essa data como marco inicial para apurar créditos trabalhistas, previdenciários e fundiários. O TAC registra que a indenização paga não implica quitação plena, geral ou irrevogável dos direitos, nem impede ações judiciais para cobrar outros valores. Embora tenha havido reconhecimento formal do vínculo apenas entre 2020 e 2026, permanece a possibilidade de discussão judicial sobre o período alegado desde 2008 e os créditos correspondentes.

    A AFT informou que a vítima deixou sua cidade de origem após receber proposta que previa carteira assinada, pagamento de salário mínimo, fornecimento de cesta básica e melhores condições de vida para a família. Para aceitar a oferta, vendeu a residência onde morava e mudou-se com esposa e filhos para a propriedade rural. As promessas, porém, não foram cumpridas: o vínculo não foi formalizado e a remuneração passou a ser paga de forma irregular, com valores progressivamente menores. Durante a pandemia de Covid-19, os pagamentos tornaram-se ainda mais reduzidos e inconstantes.

    A fiscalização constatou que o caseiro era responsável por toda a manutenção da propriedade: limpeza e conservação das áreas externas, poda de árvores, corte de grama, irrigação e adubação de plantas, limpeza da piscina e operação e manutenção de equipamentos. Parte das tarefas era executada sem treinamento e sem fornecimento de equipamentos de proteção individual. Depoimentos apontaram que o trabalhador raramente conseguia encontrar a família em seu estado de origem, que visitas eram proibidas ou desencorajadas, e que ele não podia se ausentar sem autorização, devendo deixar alguém responsável pela propriedade. A família vivia em um imóvel com problemas estruturais persistentes, como infiltrações e deterioração de partes da construção.

    No curso da fiscalização, o empregador reconheceu a prestação de serviços sem formalização e admitiu pagamentos irregulares, mas divergiu quanto ao início do vínculo: o trabalhador afirmou que começou em 2008, enquanto o proprietário sustenta 2020. A AFT ressalta que a vítima pode buscar a Justiça para reparação dos danos. A estimativa de créditos trabalhistas devidos é de aproximadamente R$ 180 mil, considerando férias não usufruídas, 13º salários, horas extras — inclusive em fins de semana e feriados —, entre outras parcelas. Também foi acordada a necessidade de formalizar o vínculo empregatício doméstico e regularizar os recolhimentos previdenciários referentes ao período reconhecido.

    Imagens de reprodução registraram o momento em que auditores conversaram com o caseiro durante o resgate, e a AFT destacou que o processo de escuta é fundamental para compreender a relação entre trabalhador e empregador. O g1 Ceará mantém canal no WhatsApp.

    Fonte: G1 Globo

    Source: G1 Globo

  • Idosa resgatada após 55 anos sem salário em condomínio de luxo reacende debate sobre racismo no trabalho doméstico

    Idosa resgatada após 55 anos sem salário em condomínio de luxo reacende debate sobre racismo no trabalho doméstico

    Uma mulher negra de 62 anos, analfabeta, foi resgatada em junho deste ano em situação análoga à escravidão em um condomínio de luxo em Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza (CE). Segundo fiscais do Trabalho, ela começou a servir a mesma família aos 7 anos de idade e, ao longo de 55 anos, não recebeu salário, executando tarefas como limpeza, cozinha e cuidados com crianças. Especialistas afirmam que o caso evidencia como o trabalho doméstico no Brasil ainda carrega marcas do racismo e da herança escravocrata.

    A antropóloga Izabel Accioly avalia que a vítima teve a subjetividade tolhida por décadas de privação de autonomia, sem acesso à escolarização, à vida afetiva ou a tempo livre. O historiador Arilson dos Santos Gomes, professor da Unilab, relaciona o fenômeno ao período pós-abolição, quando a população negra foi libertada sem políticas de inclusão e acabou empurrada para trabalhos precários. Para ele, a exploração no espaço doméstico torna-se mais difícil de enxergar: a vítima era chamada de “mãe pretinha” ou “vó pretinha” por integrantes da família, prática que remete a papéis históricos de mulheres negras como amas de leite e mucamas e reforça estigmas. Tratar a trabalhadora como “da família” — com suposto afeto — encobre a ausência de direitos, o que se articula ao mito da democracia racial.

    De acordo com relatos de fiscalização, embora fosse apresentada como alguém próxima dos empregadores, a mulher não tinha os mesmos direitos nem privilégios, não estudou e não descansava adequadamente. Acordava às 4h30 para preparar o café e conduzir a rotina das crianças. Izabel ressalta que a naturalização social do termo “doméstica” tem raízes coloniais — associadas à ideia de “domesticar” — e que o controle da vida da vítima pelos exploradores foi total: sem conta bancária, sem manejo de dinheiro e anos sem contato com a própria família. Para a antropóloga, traços coloniais persistem no espaço do “quarto da empregada”, símbolo de hierarquias raciais reatualizadas.

    Casos semelhantes seguem sendo encontrados. Em 2025, no Crato (CE), outra idosa, de 61 anos, foi resgatada após quase 30 anos sem contato com parentes. Sem salário, folgas ou férias, ela varria a casa, lavava roupas, cozinhava e cuidava de animais.

    Após o resgate em Eusébio, a trabalhadora foi afastada das atividades e passou a receber acompanhamento da Secretaria dos Direitos Humanos do Ceará (CRDH/Sedih), com foco em autonomia, alfabetização, fortalecimento de vínculos e reaproximação da família. Por decisão técnica, e enquanto aguarda reencontro com os parentes, ela permanece provisoriamente na residência dos empregadores, medida que, segundo a auditora fiscal do Trabalho Maria Neuzeli — coordenadora do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) —, decorre da complexidade de casos em que moradia e trabalho se confundem. A auditora destaca que, ao longo de 55 anos, a vítima foi induzida a crer que fazia parte da família, sem vivência de vida própria, namoros, gestão financeira ou recursos, prestando serviços em troca de afeto, moradia e alimentação.

    Os empregadores firmaram um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), comprometendo-se a regularizar contribuições previdenciárias do período reconhecido, pagar R$ 50 mil em verbas rescisórias e adquirir um imóvel residencial em favor da trabalhadora. Segundo o TAC, os empregadores foram formalmente identificados, e devem iniciar de imediato o pagamento de salário e indenização. Em nota da defesa, a família nega as acusações e afirma que elas não refletem a relação de convivência, cuidado e afeto construída ao longo de décadas, lamentando julgamentos precipitados.

    O Brasil tem mais de 6 milhões de empregados domésticos, segundo a Pnad de dezembro de 2023. A categoria representa 25% da força de trabalho remunerada de cuidados, de acordo com o Ministério do Trabalho. Historicamente marcada por informalidade e baixa proteção social, a atividade passou por mudanças com a PEC das Domésticas, em 2013, que ampliou direitos da categoria. Mesmo assim, entre 2016 e 2025 houve queda de 21,1% no número de trabalhadores com carteira assinada. Mulheres, pessoas negras e trabalhadores com mais de 50 anos seguem como maioria no setor. Nacionalmente, 75% das trabalhadoras domésticas atuam sem carteira; dessas, apenas 36% contribuem para a Previdência Social. A pesquisa também traça o perfil socioeconômico do grupo.

    No Ceará, 198 mil pessoas exercem trabalho doméstico, mas só 27 mil têm carteira assinada, segundo o IBGE. Denúncias de irregularidades podem ser feitas por qualquer pessoa pelo Disque 100, serviço gratuito e anônimo que também revelou o caso da idosa de 62 anos, e pelo Sistema Ipê (ipe.sit.trabalho.gov.br/). O advogado trabalhista Alisson Sales orienta que potenciais vítimas ou testemunhas reúnam evidências como filmagens, mensagens, testemunhos, recibos de pagamento e comprovantes de transferência, que podem auxiliar em ações judiciais.

    Fonte: G1

    Source: G1

  • Morre aos 90 anos Cid Carvalho, ex-senador e jornalista; governador e prefeito de Fortaleza lamentam

    Morre aos 90 anos Cid Carvalho, ex-senador e jornalista; governador e prefeito de Fortaleza lamentam

    O jornalista, advogado e ex-senador Cid Sabóia de Carvalho morreu aos 90 anos nesta sexta-feira (9). Ele atuou como jornalista e radialista desde a juventude, com passagens por diversos jornais, rádios e emissoras de televisão de Fortaleza.

    O governador Elmano de Freitas (PT) lamentou a morte: “Neste momento de dor, manifesto minha solidariedade aos familiares, amigos e a todos que conviveram com Cid. Sua contribuição e seu legado permanecerão vivos na memória dos cearenses”. O prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), também se manifestou: “Soube com pesar do falecimento do ex-senador da República, jornalista e advogado Cid Saboia de Carvalho, grande expoente da Comunicação no Ceará. Ele deixa um legado de grande reconhecimento no jornalismo e na vida pública. Meu abraço de solidariedade aos familiares, amigos e admiradores. Que Deus o receba!”.

    Cid Sabóia de Carvalho nasceu em Fortaleza em 25 de agosto de 1935. Formou-se em Direito pela Universidade Federal do Ceará em 1966, instituição na qual também foi professor. Entre 1987 e 1995, exerceu o mandato de senador pelo Ceará.

    Ele ocupou o cargo de procurador junto ao Conselho de Contas do Município e também se dedicou à poesia, com obras que abordam predominantemente temas sociais.

    Carvalho era membro do Instituto do Ceará, da Academia Cearense de Retórica, da Academia Cearense da Língua Portuguesa, da Associação Brasileira de Bibliófilos e da Academia Fortalezense de Letras, da qual foi o primeiro presidente. Ingressou na Academia Cearense de Letras em 27 de janeiro de 2011, ao ocupar a cadeira número 10, deixada por Abelardo F. Montenegro, cujo patrono é o Padre Mororó.

    Em nota, o Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) lamentou o falecimento: “O Sindjorce manifesta solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão neste momento de despedida e presta homenagem à trajetória de Cid Carvalho, cuja atuação deixou um legado para o jornalismo, a comunicação e a vida pública do Ceará”.

    Crédito da foto: Instituto do Ceará/Reprodução.

    Fonte: G1

    Source: G1

  • Ceará tem 600 vagas temporárias em julho; 20% podem virar emprego efetivo

    Ceará tem 600 vagas temporárias em julho; 20% podem virar emprego efetivo

    O Ceará registra cerca de 600 vagas de trabalho temporário abertas neste mês de julho, segundo o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT). O período de férias é o principal impulsionador das contratações, com destaque para os setores de serviços e comércio.
    As oportunidades abrangem diversas funções, como segurança de eventos, vigilante, recreador, garçom, atendente de lojas, recepcionista e promotor de vendas. Com o aumento de turistas e consumidores, barracas de praia, restaurantes e hotéis reforçam as equipes para atender à maior demanda, conforme apuração da TV Verdes Mares.
    Fora do mercado formal há seis meses, Fabiano Linhares buscava nesta quinta-feira (9) uma vaga no setor hoteleiro em uma unidade do Sine/IDT. Com experiências como jardineiro, ajudante geral e zelador, ele espera voltar a ter a carteira assinada. “Não posso ficar parado”, afirmou.
    O secretário do Trabalho do Ceará, Vladyson Viana, projeta que 20% das vagas temporárias se tornem efetivas. Ele recomenda três passos para ampliar as chances: buscar o emprego por meio do Sine/IDT; evidenciar habilidades e experiências; e colaborar com as metas da organização.
    A expectativa é que eventos na capital e no interior, como o Fortal e a Expocrato, aliados às férias escolares, aqueçam o mercado de trabalho no período. Outro fator relevante é o início das férias na Europa, que tende a atrair mais turistas ao estado, segundo Fátima Queiroz, presidente da Associação dos Empresários da Praia do Futuro.
    Quem já ingressou nesse movimento foi Vanda Rodrigues, que há uma semana atua como auxiliar de cozinha temporária em uma barraca de praia no litoral de Fortaleza. Morando no Ceará há dois anos, ela celebra a oportunidade de aprender e contribuir com a empresa.
    Serviço: é possível elaborar currículo pelo celular usando o Documentos Google.
    Informação adicional: o g1 Ceará mantém um canal no WhatsApp.
    Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica.

    Fonte: G1

    Source: G1

  • Fazenda da maconha no CE: dois presos por logística, delegados exonerados e polícia diz ter incinerado plantação

    Fazenda da maconha no CE: dois presos por logística, delegados exonerados e polícia diz ter incinerado plantação

    Dois homens, de 21 e 47 anos, foram presos nesta sexta-feira (10) em Orós, a cerca de 96 km de Acopiara, suspeitos de envolvimento na logística da plantação de cerca de 290 mil pés de maconha descoberta em Acopiara, no interior do Ceará. Contra eles, foram cumpridos mandados de prisão temporária por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) não divulgou os nomes dos detidos.

    A apreensão, uma das maiores da história do estado, tornou-se alvo de investigação após denúncia do deputado federal André Fernandes (PL), que afirmou que a área havia sido deixada sem custódia, com drogas ensacadas e plantas ainda no local. Em meio à repercussão, os delegados Vicente de Paula Rodrigues, então titular da Delegacia de Acopiara, e Marcos Sandro Nazaré de Lira, que atuava como delegado seccional da 4ª Seccional do Interior Sul, foram exonerados das funções de chefia. A Polícia Civil fundamentou a decisão na Lei nº 13.441, de 29 de janeiro de 2004, e ressaltou que a exoneração é efeito legal automático e temporário, sem antecipação de julgamento de mérito; ambos permanecem em atividade, mas fora dos cargos de comando.

    A Associação dos Delegados de Polícia do Ceará (Adepol-CE), por meio de sua assessoria jurídica, classificou a abertura do processo administrativo disciplinar como precipitada e desarrazoada, alegando ausência de apuração preliminar ampla para delimitar responsabilidades.

    A Polícia Civil informou, na última sexta-feira (3), que concluiu a destruição e a incineração controlada da plantação. Segundo a corporação, o material apontado por André Fernandes corresponde a restos da própria plantação e de outras espécies do terreno. A técnica utilizada pelo Corpo de Bombeiros consistiu em cavar valas, queimar as plantas com gasolina e óleo diesel e, em seguida, cobrir o material com terra para evitar a propagação do fogo. A ação teve acompanhamento de servidores da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), da Polícia Militar (PMCE), da Vigilância Sanitária, do Ministério Público do Ceará e da Guarda Municipal. Pela legislação brasileira, em apreensões sem prisão em flagrante, a droga deve ser incinerada em até 30 dias, com delimitação da área e preservação das provas.

    O caso ganhou novo capítulo quando o deputado afirmou ter retornado à fazenda na noite de 2 de julho e encontrado pés de maconha enterrados. Ele iniciou escavações e tentou acionar um trator, mas foi interrompido por uma equipe da Polícia Civil que chegou durante a gravação. Na sequência, tratores da Superintendência de Obras Públicas auxiliaram na revolvimento total da área.

    O governador Elmano de Freitas (PT) visitou a fazenda em 29 de junho, ao lado dos chefes das forças de segurança estaduais, e afirmou que toda a plantação seria destruída e que eventuais falhas seriam apuradas. A Controladoria Geral de Disciplina (CGD) abriu investigação para verificar a conduta dos policiais responsáveis pela preservação do local, e o Ministério Público do Ceará acompanha o caso por meio do Gaesp e do Gaeco.

    A plantação foi descoberta em 25 de junho durante operação da Polícia Civil, que localizou aproximadamente 160 mil pés em fase de cultivo e outros 130 mil já colhidos, além de um acampamento com estrutura de trabalho e indícios de fuga recente, como feijão ainda cozinhando. A estimativa é de cerca de 5 toneladas do entorpecente apreendidas.

    A Polícia Civil informou que a fazenda estava arrendada e que já identificou o proprietário e o arrendatário. Em 2 de julho, o dono do imóvel, João Holanda Neto, foi preso temporariamente e liberado no dia 3. Familiares dele afirmaram que o responsável pela droga seria o arrendatário, Cristiano Rodrigues de Lima, que segue foragido.

    Fonte: G1 Globo

    Source: G1 Globo