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  • Ciro promete equiparar direitos de professores temporários e limitar novas contratações a concursos

    Ciro promete equiparar direitos de professores temporários e limitar novas contratações a concursos

    O candidato do PSDB ao Governo do Ceará, Ciro Gomes, prometeu, nesta quinta-feira (17), melhorar as condições de trabalho dos professores temporários da rede estadual e equiparar seus direitos aos dos docentes estatutários.

    Segundo o candidato, dois terços dos professores atualmente trabalham sob contratos temporários e em condições que classificou como “precarizadas”.

    Ciro afirmou ainda que, caso seja eleito, pretende que a admissão de novos professores ocorra somente por meio de concursos públicos. A medida, de acordo com ele, iniciaria uma redução gradual do número de docentes contratados temporariamente no estado.

    As declarações foram dadas durante uma sabatina promovida pela organização não governamental Todos Pela Educação e pela Fundação Demócrito Rocha (FDR), nesta quinta-feira (17), em Fortaleza.

    Em entrevista coletiva durante o evento, Ciro também foi questionado sobre a violência contra a população LGBTQIAPN+.

    O candidato prometeu, se eleito, garantir o funcionamento 24 horas das delegacias especializadas nesse tipo de ocorrência. No Ceará, existe a Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou Orientação Sexual (Decrim), localizada em Fortaleza.

    “Tem uma providência básica, a delegacia contra a discriminação fecha às 17 horas. Ela passará comigo a funcionar 24 horas e será encarregada não só de reprimir, depois que o fato aconteça, mas de correr antes para tentar prevenir assim que houver, como eu estou prometendo no enfrentamento do feminicídio. Iniciada a denúncia por um BO (Boletim de Ocorrência), nós tomaremos providências para impedir que essa mortandade aconteça”, disse Ciro.

    O candidato também afirmou que pretende levar o debate sobre o tema para as escolas, com a inclusão do assunto nos currículos escolares.

    “Nós precisamos qualificar a educação, porque esse tipo de discriminação é preconceito e esse tipo de preconceito só acontece em um ambiente em que as tradições machistas encontram a intolerância e a impunidade como prêmios. Então, é preciso enfrentar a intolerância e a impunidade fazendo a cultura da igualdade, a cultura do respeito à diversidade, que é uma coisa que eu pretendo fazer, inclusive no currículo das escolas”, completou.

    Fonte: G1

    Source: G1