A restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026 para o segundo lote será paga nesta terça-feira, 30 de junho, contemplando 218.280 contribuintes no Ceará, com valor total de R$ 427.027.723,19. No país, o lote destina R$ 16 bilhões a 9,58 milhões de declarantes, o maior da história em número de beneficiados, mesmo montante liberado no primeiro lote, pago em maio. Somados, os dois primeiros lotes beneficiam 18,3 milhões de contribuintes, totalizando R$ 32 bilhões, e devem responder por cerca de 80% das restituições previstas para o ano, segundo a Receita Federal. Do total nacional, R$ 4,49 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal. Além disso, 7.709.752 restituições vão para quem utilizou a declaração pré-preenchida e/ou optou por receber via Pix. De acordo com a Receita, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade neste lote. As restituições do IRPF 2026 serão pagas em quatro lotes ao longo do ano. Para verificar se a restituição está liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar a Restituição. É possível fazer consulta simplificada ou completa pelo extrato de processamento no e-CAC e, se houver pendências, retificar a declaração. O aplicativo da Receita para tablets e smartphones também permite acompanhar a liberação das restituições e consultar a situação cadastral do CPF. O Fisco informa que o crédito é realizado apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte. Em caso de erro nos dados bancários ou problema na conta, o pagamento é bloqueado e o contribuinte pode reagendar o crédito pelo Portal BB ou pela Central de Relacionamento do Banco do Brasil, informando o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Se a restituição não for resgatada no prazo, será necessário fazer requerimento pelo e-CAC. Na consulta, o contribuinte também pode identificar eventuais pendências que impeçam o pagamento, como retenção em malha fina por divergências entre as informações declaradas e os dados da Receita. As inconsistências podem ter origem no próprio declarante, na fonte pagadora ou em terceiros. No e-CAC, a Receita detalha a divergência e orienta os procedimentos para regularização.
Fonte: G1 Globo
Source: G1 Globo

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